Edwin Burtt – The Metaphysical Foundations of Modern Science

O trecho de Edwin Burtt comentado nas aula de Teoria do Conhecimento: Empirismo e Racionalismo dos dias 05/03 (Diurno) e 07-14/03 (Noturno), em conexão com o nosso estudo de Hume, está reproduzido abaixo. A edição em inglês disponibilizada pelo Google Books é incompleta e não inclui precisamente estas páginas.

«Para Newton, não havia, absolutamente, certezas a priori, tal como acreditavam Kepler, Galileu e, especialmente, Descartes, no sentido de que o mundo é inteiramente matemático; e, menos ainda, no sentido de que os seus segredos podem ser completamente desvendados pelos métodos matemáticos até então aperfeiçoados. O mundo é o que é; na medida em que leis matemáticas exatas puderem ser descobertas nele, está tudo bem; na medida em que não puderem, devemos procurar expandir a nossa matemática, ou então nos resignarmos a algum outro método menos certo. […] Para Newton… a matemática deve moldar-se continuamente à experiência; e, sempre que ele se permitia longas deduções a partir de princípios, insistia zelosamente no caráter puramente abstrato dos resultados, até que se tornassem fisicamente verificados.»

— Edwin A. Burtt, The metaphysical foundations of modern science, Cap. VIII, Seção 1.b, pp. 212-213. New York: Dover, 2003. [Trad. V. A. Bezerra.]

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