Filosofia da Ciência: Temas para trabalhos

Aqui estão os temas para o trabalho da disciplina de Filosofia da Ciência: Em torno à concepção ortodoxa de teorias no 1o. Quadrimestre de 2013.

  • A atitude do positivismo lógico em relação à metafísica
  • A evolução do critério empirista de significado cognitivo
  • O debate sobre a base empírica da ciência no contexto do positivismo lógico
  • A concepção ortodoxa de teorias científicas: objeções, críticas e reformulações
  • Perspectivas sobre o holismo teórico e o estudo da ciência em grande escala a partir da concepção ortodoxa
  • Limites de uma concepção dedutiva de ciência
  • As relações entre o empirismo lógico e a indução
  • A gênese do positivismo lógico em seu contexto científico, filosófico e cultural
  • Fisicalismo e naturalização da epistemologia no empirismo lógico
  • Empirismo lógico: capítulo encerrado da história da Filosofia ou movimento com contribuições perenes?
  • O empirismo lógico e as disciplinas particulares
  • [NOVO] O empirismo lógico diante da história das ciências

Filosofia da Ciência: Programação para aula de 24/05 e seguintes

Esta é a previsão para a retomada das discussões e seminários sobre os textos da disciplina de Filosofia da Ciência: Em torno à concepção ortodoxa de teorias, em função do cancelamento das últimas aulas — dia 17/05 p.p. (Diurno) e dias 10/05 e 17/05 p.p. (Noturno):

DIURNO:

Previsão para 24/05:

8h00-10h00 – Hempel – “Problemas y cambios en el criterio empirista de significado”, seções 1 e 2.

10h00-12h00 – Seminário – Hempel – “Problemas y cambios”, seções 3 a 6.

  • Alocação dos próximos seminários!

[31/05 – Ponto facultativo pelo calendário acadêmico]

Para 07/06 – Retomada da programação original. Início do texto de Feigl, “A visão ‘ortodoxa’ de teorias” (§§ 1-10).

NOTURNO:

Previsão para 24/05:

19h00-20h40 – Conclusão do Manifesto do Círculo de Viena – “La concepción científica del mundo” (seção II).

21h00-22h40 – Hempel – “Problemas y cambios en el criterio empirista de significado”, seções 1 e 2.

  • Alocação dos próximos seminários!

[31/05 – Ponto facultativo pelo calendário acadêmico]

Para 07/06 – Hempel – “Problemas y cambios”, seções 4 a 6. Início do texto de Feigl, “A visão ‘ortodoxa’ de teorias” (§§ 1-10).

Para 14/06 – Retomada da programação original – Conclusão do texto de Feigl, “A visão ‘ortodoxa’ de teorias” (§§ 11-20).

Interpretation in Historiography and Historiography of Science 2013

Interpretation in Historiography and Historiography of Science
Workshop on Philosophy of History and Historiography
University of Hull
Wilberforce Building LT 15

May 22, 2013

What is the relation between historical interpretation and the historical record? This is a question that is equally fundamental in the philosophy of general historiography and in the philosophy of the historiography of science.

In one extreme, we find traditional meta-interpretations of the history of science, in which science is judged to gradually progress towards the truth. In the other extreme, there are anthropological studies of science, which limit historical interpretation, “science in the making,” to the first-hand observations of scientists’ activity.

The 19th century Rankeanism, which implies that one can describe the past as it really was, wie es eigentlich gewesen, has held sway in historiography for long. However, in recent decades the narrativist philosophy of historiography has argued that historical interpretation is a matter of creative and aesthetic construction, not to be evaluated epistemologically at all. Further, some programmatic postmodernists suggest that the only rationale in historiography is to enhance discussion of moral and ethical problems in our contemporary culture.

What is the relation between historical interpretation and the historical record? Is it conceivable that historical data could determine any theses on history? Does the problem of underdetermination apply equally to historical interpretation as to scientific theories? Are there perhaps epistemic values or other epistemic constraints that limit the number of reasonable historical interpretations? Should we limit interpretation to microhistorical radical empiricism, which tries to avoid imposing any generalising narratives? What does such an approach imply philosophically? And is it possible to have a historical representation without any synthetizing narrative in the first place?

These and other related questions will be discussed in this workshop. It brings together scholars working in the philosophy of historiography and in the philosophy of the historiography of science.

Programme

9.45-10.00      Welcome and coffee
10.00-11.30    John Christie (Oxford):  “Philosophical Historiography of Science”
11.30-11.45     Coffee break
11.45-13.15     Jouni-Matti Kuukkanen (Hull): “Colligatory Concepts: Figments of Literary                                     Imagination or Faithful Copies of the Past?”
13.15-14.15     Lunch break
14.15-16.00     Rogier de Langhe (Tilburg): TBA
16.00-16.15     Coffee break
16.15-18.00     James W. McAllister (Leiden): “Tensions between Empiricism and                                                   Interpretation in Historiography of Science”

Attending the workshop is free and all are welcome.

This workshop is supported by the Royal Institute of Philosophy and Philosophy at the University of Hull.

Fonte:  Prof. Jouni-Matti Kuukkanen (página pessoal aqui) via HOPOS-L

Historiografia (Pós) – Aviso aos grupos de seminários

Aqueles grupos que ainda não me entregaram o material utilizado durante os seus respectivos seminários (por exemplo, apresentações em powerpoint), conforme solicitei anteriormente em aula, por favor, têm de hoje até a semana que vem para fazê-lo (aula de hoje 09/05 e aula de terça dia 14/05). Enviem por email, ou, no caso de arquivos demasiado grandes, tragam-me pessoalmente.